quarta-feira, 27 de junho de 2012

RESUMÃO

     Momentos bons devem ser lembrados, por isso, relembramos os eventos que aconteceram em nossa Escola. No mês de abril tivemos uma programão da quinta-feira Santa, onde refletimos o tema da Campanha da Fraternidade que é " Fraternidade e Saúde Publica" e o lema " Que a saúde se difunda sobre a terra" com a participação dos professores Maria Liduina, Amália, Ana Maria e Magno José em uma encenação que relatava uma realidade que acontece em todos os Postos de Saúde, não somente em santarém como no brasil.  Outro momento marcante foi área espacial de Páscoa, onde nossos alunos do turno diurno mostraram seus talentos através de diversas apresentações como musicas jogral poesias entre a outros.Outra programação que foi recheada de apresentação foi a do Programa Mais educação.  

        A oficina de letramento apresentou um jogral sobre os símbolos da Páscoa, danças com crianças vestidas de coelhinho e apresentação de instrumentos e por encerramento com a participação de todos as oficinas e alunos com apresentação do coral acompanhados pela aluna Jece no teclado. Tivemos um outro momento foi a realização da Votação Mundial onde alunos de 10 a 17 anos, exerceram através do voto, sua cidadania na luta pelo defesa dos direitos da criança e do adolescente no mundo.











Dia das mães Um dia especial 

Na escola “Dom Anselmo Pietrulla”



Fizeram muitas homenagens, com apresentações teatral, de slides, entrega de presentes para algumas mães e no final uma bela messa cheia de comidas e muito parabéns.



  "O espírito materno é algo que transcende o contato físico, é uma força invisível que nos acompanha durante toda nossa vida, é o elo que nos une ao princípio feminino, ao princípio criador da vida ao qual chamamos Mãe". 
Por isso todos os dias é dia das mães." Homenagem merecedora para quem faz de um tudo para nos criar, que muitas das vezes passam noites sem dormi, não cobrando nada por esse amor...
Joycycléia C. de Oliveira 5ºano – matutino
Profrª.Socorro Santiago








Uma passeio consciente para sensibilizar educando.


O Projeto Impacto Ambiental na Escola: sensibilizar e educando, levou os alunos do 4º ano matutino a fazer um passeio aos arredores da Escola para visualizar de que forma os moradores estão contribuindo para a preservação do meio ambiente. 
 Glenda Pereira, nos conta: “quando eu e os meus colegas saímos para passear nós vimos, esgoto a céu aberto depois vimos um monte de latinhas , copos descartáveis,litros , sacolas , depois vimos mais lixo, alguns colegas trouxeram maquinas digital para tirar fotos do lixo as pessoas não se preocupam com o meio -ambiente mais eu vou fazer a minha parte vou ajudar com o meio – ambiente para que, o nosso mundo melhor.”

Glenda Pereira 4º ano - matutino
Profrª. Amália









Festival de Atletismo


O atletismo foi bom aprendemos
 que temos que se exercitar, 
a Escola “Dom Anselmo Pietrulla” 
ganhou muitas modalidades e perdemos
 outras mais ganhar não é tudo.














Alvaro Roberto C.da Silva 5º – matutino
Profrª. Socorro Santiago











Vamos dizer: Xô Bullying


Xô Bullying é um projeto que tem como finalidade mostrar aos alunos o problema sério que esta sendo praticado em todos as escolas e vem crescendo cada dia numa proporção que nos assusta.
Os alunos do 5º ano vespertino estão desenvolvendo ações para amenizar as consequências geradas pelo bullying na escola. Os mesmos abraçaram a causa e já fizeram pesquisas e visitaram as turmas tanto no horário quanto vespertino, relatando aos colegas a grande importância de evitar o bullying em qualquer lugar. Pois devemos desenvolver uma cultura de paz.
Profrª.Liduina e os alunos do 5º ano - vespertino


 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Escola Dom Anselmo Pietrulla: 23 anos educando


Dom Anselmo Pietrulla
Dom Anselmo Pietrulla foi um grande religioso e educador da década de 40 na cidade de Santarém, PA. Foi também o primeiro diretor do tradicional Colégio Dom Amando, ficando a frente daquele educandário por mais de 14 anos ( 1930 – 1943). Em 1948, Dom Anselmo, assumiu o cargo de bispo e posteriormente (1949), já na Europa, se dedicou à vida religiosa como Franciscano.
Escola Dom Anselmo Pietrulla
 Fundada em 03 de março de 1989 com o nome de Dom Anselmo Pietrulla, em homenagem ao grande educador e religioso da década de 40, a escola completará no próximo sábado, 23 anos de relevantes serviços prestados à comunidade do bairro do Diamantino. Uma grande programação religiosa está sendo organizada para comemorar e homenagear a escola pelo seu aniversário.
 
Desde sua fundação a escola tem, em seu legado educacional, diversas conquistas como um prédio construído em alvenaria com 05 salas de aula, cozinha, banheiro adaptados para portadores de necessidades especiais, secretaria, sala de leitura e recentemente foi contemplada com um laboratório de informática educativa.

A escola atende alunos do 1º ao 5º anos do ensino fundamental, nos horários de manhã e tarde,alunos da Educação de Jovens e Adultos – EJA no turno da noite, além daqueles que participam, em horário integral, do Programa Mais Educação. Os professores são todos graduados em diversas áreas do conhecimento e a equipe gestora é formada por uma gestora, uma vice-diretora, duas coordenadoras pedagógicas, uma secretária, quatro auxiliares de secretaria, sete auxiliares de serviços gerais e merendeiras.

PARABÉNS ! ! ! !

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MEC divulga valor do novo piso nacional de professores em R$ 1.451

Do G1, em São Paulo

O Ministério da Educação divulgou na tarde desta segunda-feira (27) que o piso salarial nacional dos professores será reajustado em 22,22% e seu valor passa a ser de R$ 1.451,00 como remuneração mínima do professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais. A decisão é retroativa para 1º de janeiro deste ano.

Segundo o MEC, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010. O piso aplicado em 2011 foi de R$ 1.187, e em 2010, de R$ 1.024.

A aplicação do piso é obrigatória para estados e municípios de acordo com a lei federal número 11.738, de 16 de junho de 2008. Estados e municípios podem alegar não ter verba para o pagamento deste valor e, com isso, acessar recursos federais para complementar a folha de pagamento. No entanto, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Escola Dom Anselmo Pietrulla ganha laboratório de informática

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Anselmo Pietrulla, localizada na avenida Moaçara - Diamantino, foi contemplada com 18 computadores para o Laboratório de Informática Educativa.

O novo espaço  apoiará as atividades desenvolvidas nas salas de aulas, além disso estará disponível para atender a comunidade local.

Blog da Escola Dom Anselmo Pietrulla

Estamos construindo o blog da Escola Dom Anselmo Pietrulla como parte das atividades desenvolvidas no Laboratório de Informática Educativa.

Estamos solicitando e aceitando sugestões para melhor aprimorar este espaço online. As sugestões podem ser enviadas para o e-mail: edapietrulla@gmail.com.

domingo, 29 de janeiro de 2012

ICED/Ufopa lança especialização em Coordenação Pedagógica‏

O Instituto de Ciências da Educação (ICED) divulgou o edital 1/2012, que abre processo de seleção para a especialização em Coordenação Pedagógica, em regime interinstitucional com o Ministério da Educação (MEC), 5ª Unidade Regional de Educação (5ª URE) da Secretaria de Estado da Educação do Pará (SEDUC) e União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME).

O curso terá duração de 12 meses, a partir de abril de 2012, totalizando 405 horas, no sistema de educação à distância (EAD), com apresentação de trabalho de conclusão de curso (TCC). São ofertadas 400 (quatrocentas) vagas, destinadas a profissionais que exerçam a função de coordenador pedagógico e/ou profissionais que exerçam função equivalente e integrem a equipe gestora da escola, os quais devem possuir diploma de licenciatura plena, em qualquer área do conhecimento.

Terão prioridade no processo seletivo os candidatos oriundos de escolas das redes municipais e estadual de ensino que tenham sido cadastrados no PAR; não possuam curso de especialização; não possuam curso de especialização na área de coordenação pedagógica; exerçam suas atividades em escola com baixo índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB).

As inscrições ocorrerão em 2 fases: de 23 de janeiro a 27 de fevereiro, na 5ª URE e UNDIME; de 29 de fevereiro a 18 de março de 2012, na UFOPA.
Confira mais informações no EDITAL 1/2012-ICED.

Júlio César Pedrosa - Comunicação/UFOPA

Professores são educadores, não babás

Revista Veja

O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark (o primeiro trazia fotos da usina de Fukushima). Mais de 600.000 pessoas curtiram o texto na rede, escrito a pedido da rede de TV CNN e intitulado "O que os professores realmente querem dizer aos pais". O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir. "Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.

 Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve? A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.

Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores? Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.

Problemas com notas são bastante frequentes? Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.

Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos? Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.

Que conselho o senhor dá aos professores? É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.

É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola? As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.

Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos? A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.

A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook? Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.

O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais? Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.

O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e tambem de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam? As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.